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PÚBLICO — A verdade é um bem Público”

  • Os Dão com o aroma fresco da montanha
    Nas encostas ocidentais da Serra da Estrela há um clima diferente, há vinhedos ancestrais e um conjunto de produtores de vanguarda. Paulo Nunes, da Casa da Passarela é um bom anfitrião para nos mostrar esse Dão fresco e elegante. Álvaro de Castro há muito que faz ali grandes vinhos. Dirk Niepoort ou Jorge Moreira chegaram entretanto para dar músculo a uma região do presente que vai dar muito que falar no futuro

  • As promessas e os desafios da pátria nacional do Alvarinho
    A sub-região de Monção-Melgaço tem tudo para produzir vinhos de nível mundial a partir da casta Alvarinho. Mas continua longe do dinamismo e da reputação da vizinha Rias Baixas (ver texto anterior). Não estará na hora de reivindicar a subida a denominação de origem protegida?

  • Vinhos feitos de mar, de rocha, de areia e de vento
    O Centro de Portugal vai do Atlântico até Espanha passando pela serra mais alta do país, a da Estrela, e tem uma enorme diversidade de terroirs. É uma região para descobrir com calma, por entre brancos, tintos, espumantes e algumas surpresas.

  • Os novos e exaltantes albariños das Rias Baixas
    A sub-região de Monção-Melgaço é um dos berços da Alvarinho, que no lado de lá da fronteira é designada de Albariño. Mas, se esta casta tem cada vez mais adeptos em todo o mundo, isso deve-se, em grande parte, ao dinamismo de consagrados produtores das Rias Baixas e à criatividade de uma nova geração de "viñadores" que estão a fazer brancos admiráveis.

  • Considerações críticas sobre o prazer e o negócio dos gin-tónicos na alvorada do Verão de 2018
    Infelizmente todas as modas tendem para o conformismo, disfarçado por excentricidades pontuais. É assim com o gin-tónico, a começar pelo nome.

  • Aí está mais um Porto Vintage para a posteridade
    Depois do excelente 2011 a fasquia dos Porto Vintage ficou muito alta. Foi necessário esperar cinco anos para que voltasse a aparecer uma edição luxuosa. O Vintage de 2016 será mais um vinho para a memória dos grandes Porto.

  • Os vinhos aristocratas de Júlio Bastos têm uma ligação à terra
    No princípio dos vinhos de Júlio Bastos há “uma ideia”. Uma ideia bem contaminada pela memória da família e pela devoção à tradição de Estremoz. Década e meia após o seu renascimento, a ideia que está na base dos Dona Maria continua a dar origem a vinhos de pura classe


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